Vi de relance o jogo do Brasil nesta preguiçosa manhã de domingo. Assisti com mais afinco ao campeonato mundial de curling, um esporte novo para mim mas que desperta muita curiosidade. Que coisa, não? Um jogo de curling ser mais atraente do que o jogo da Seleção... Da Seleção pentacampeã do mundo, de tantos craques e onde atuam jogadores de times do Brasil também? Pois é, sinal dos tempos (ou do fim dele). A Seleção já não é mais tão bem quista há tempos, tivemos um lampejo com Dunga, e que não rendeu título, por que já não temos mais craques como tínhamos.
Como posso assistir um jogo da Seleção com Jádson nos onze inicial? Como posso aturar André Santos de lateral-esquerdo? Jonas em campo? Um meio-de-campo que poderia ser Lucas (do São Paulo, o do Liverpool é operário demais), Ganso, Sandro e Elano não é usado? Difícil de se engolir. Isso sem contar nos jogadores que são empresariados pelo mesmo agente do técnico e que, muito se sabe, não tem cancha de aguentar o peso da amarelinha. Técnico este que, por sinal, chegou lá sendo plano B e obedecendo favores políticos.
Para mim é bem nítido uma coisa: após o fiasco nas Olimpíadas de 2012, o atual técnico cai e Leonardo é chamado, que por sinal, como técnico, teve conquistas muito mais relevantes do que do atual técnico, afinal, classificar-se para as quartas-de-final da Champions League valeu MUITO MAIS do que dois títulos da segunda divisão do Brasileirão, um da Copa do Brasil onde não participaram times que estavam na Libertadores e três títulos dos decrépitos estaduais.
É esperar pra ver...
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