Algumas boas idéias simplesmente não vingam no futebol. A sorte transforma vitórias em planejamento e derrotas em péssima administração. Algumas pessoas muito bem intencionadas no meio futebolístico pagam preços altíssimos pelas suas respectivas maneiras de se encarar certas situações.
Vamos citar como um dos exemplos: Paulo César Carpeginani. Treinou um timaço do Flamengo na década de 1980 e foi campeão mundial numa partida soberana do rubro-negro. O trabalho mais marcante de Carpegiani, no entanto, se realizou com a seleção paraguaia, quando se classificou para a Copa de 1998, com um sistema defensivo sólido e que saiu do torneio para os posteriores campeões e numa partida duríssima em uma prorrogação. Atualmente, onde chega, já se antevê demissão, nenhum clube brasileiro tem a paciência necessária para que se realize um bom trabalho.
Outro cara é Émerson Leão. Seu jeito é polêmico e não escala equipes baseando-se apenas em nome. Por mais que seja reconhecido por um temperamento difícil, Leão é extremamente inteligente e articulado. Fato é que suas respostas atravessadas e algumas vezes mal-educadas, não se dirigem a perguntas sólidas, ele tem um impressionante radar que detecta segundas intensões nos interlocutores. Acredita-se que seu trabalho tem prazo de validade, mas o que pode estar ocorrendo é uma mudança de perfil dos jogadores de hoje em dia, tratado a pão-de-ló desde as categorias de base.
Há também outros tipos de dogmas, mas inversos, ou seja, suas ações são sempre muito bem vistas. Um exmeplo disso é o atacante Dagoberto e Robinho, dois jogadores de uma geração pós-2002 que não aconteceu. Ambos são extremamente mimados, acabam por se acomodarem em seus clubes e inclusive em campo e são jogadores que, no máximo, são bons coadjuvantes.
Qual o problema de serem coadjuvantes? Na verdade, nenhum. O problema é que esperava-se protagonismo por parte desses dois atletas, e pelo visto eles acreditam nisso também.
Fato é que resultado muda tudo, transforma bons trabalhos em péssimos e vice-versa...
Futebol Randômico
Apenas um "blá-blá-blá" de futebol
Futebol Randômico
A necessidade de um "blá-blá-blá" com futebol
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Copas e Arbitragens
A Copa de 2002, na Coréia do Sul e no Japão, suscitou diversos protestos contra arbitragens, principalmente em jogos da Coréia do Sul e do Brasil. Na época, acreditei bastante nisso e não conseguia ver de outra forma. Hoje, penso muitas coisas diferentes, tanto pelo contexto quanto pelo avanço do tempo. É interessante faezr isso, você comprova a mudança do seu ser. Pode ser que daqui a 7 anos eu pense diferente de agora.
Alguns lances foram, acredito eu, erro mesmo, não de forma deliberada, como por exemplo o pênalti do Brasil contra a Turquia na estréia. Se virmos o lance em câmera lenta, parece que o árbitro quis ver aquele pênalti. Mas o lance não ocorreu em câmera lenta e, por essa ótica, o lance foi rápido demais, completamente passível de erro.
Por outro lado, houveram, de fato, arbitragens desastrosas, como no jogo entre Coréia do Sul e Itália. Totti, no começo do jogo se não estou enganado, deu uma cotovelada num jogador coreano e deveria ter sido expulso, e não foi. Mas ninguém fala isso. Nada como ser uma potência do futebol.
Quis, ao rememorar tudo isso, dizer que arbitragem, de fato, pode mudar um jogo. Mas e se Vieri fizesse o gol que ele perdeu bizonhamente no fim do jogo? A história seria outra, não? A má arbitragem seria derrotada. Já aconteceu jogos em que uma péssima arbitragem foi derrotada, um dos mais abruptos foi o confronto semifinal da Libertadores em 2005 entre São Paulo contra o River Plate.
Arbitragem pode mudar resultados de jogos e classificações, mas não tanto quanto pensamos.
Alguns lances foram, acredito eu, erro mesmo, não de forma deliberada, como por exemplo o pênalti do Brasil contra a Turquia na estréia. Se virmos o lance em câmera lenta, parece que o árbitro quis ver aquele pênalti. Mas o lance não ocorreu em câmera lenta e, por essa ótica, o lance foi rápido demais, completamente passível de erro.
Por outro lado, houveram, de fato, arbitragens desastrosas, como no jogo entre Coréia do Sul e Itália. Totti, no começo do jogo se não estou enganado, deu uma cotovelada num jogador coreano e deveria ter sido expulso, e não foi. Mas ninguém fala isso. Nada como ser uma potência do futebol.
Quis, ao rememorar tudo isso, dizer que arbitragem, de fato, pode mudar um jogo. Mas e se Vieri fizesse o gol que ele perdeu bizonhamente no fim do jogo? A história seria outra, não? A má arbitragem seria derrotada. Já aconteceu jogos em que uma péssima arbitragem foi derrotada, um dos mais abruptos foi o confronto semifinal da Libertadores em 2005 entre São Paulo contra o River Plate.
Arbitragem pode mudar resultados de jogos e classificações, mas não tanto quanto pensamos.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
E foi inesquecível...
O grupo de tri-campeões da Libertadores já não é mais composto por um único time. Agora o Santos é o novo integrante deste seleto grupo, ainda mais no Brasil.
É de se impressionar com a ascenção do time: em 2008 e 2009 a briga era fugir do rebaixamento no Brasileirão e, como num passe de mágica, em 2010 e 2011 são 4 títulos, sendo um inédito (Copa do Brasil) e o outro simplesmente a Libertadores, isso sem contar a receita que os novos valores santistas vão gerar com publicidade, títulos e o que mais se encontrar e se propuser. Talvez a antiga gestão e "pôfexôles" não viam o potencial do time e da marca Santos F.C. Ao jogo.
O começo foi tenso, como sempre é uma final de Libertadores. Os adversários mais se estudaram no primeiro tempo do que jogaram, criando esparsas chances de gol. O Peñarol veio claramente jogar por uma bola ou decidir nos pênaltis. Nada mais previsível, já que a característica do time nesta brilhante campanha foi a garra, a raça e o sangue-frio na tomada de decisões. Aliás, é de aplaudir em pé a campanha uruguaia, o futebol deles vai se ressurgindo e me arrisco a dizer que, em breve, voltarão às velhas conquistas. Porém, as qualidades demonstradas pelo Peñarol nesta Libertadores não foram suficientes para bater o talento santista, além da vontade de um treinador que busca a conquista há anos.
Ao fim do primeiro tempo o clima era de tensão. "E se eles encaixarem um contra-ataque e fizerem 1x0? Vamos conseguir buscar?", devia pensar o torcedor santista. Era preciso um gol logo para os ânimos se assentarem um pouco. E veio.
Neymar, em mais uma de suas genialidades abriu o placar. O gol mais importante do Santos na campanha, pois o Peñarol poderia mais ainda fazer seu jogo se encaixar à medida em que o tempo passasse. A partir daí o domínio santista se estabeleceu, até que, em uma jogada que pode muito bem ser comparada à de Carlos Alberto Torres, Danilo ampliou a contagem. O jogo tomou contornos de festa, com direito a INÚMEROS gols perdidos. Caramba, será que a torcida santista sentirá a falta de Zé Eduardo?
De repente, num lance de sorte, o Peñarol diminuiu, num cruzamento com bola desviada pelo "anti-artilheiro" em finais de Libertadores Durval (ele já havia marcado um contra quando jogava pelo Atlético-PR em 2005).
O gol saiu tarde demais, mas conseguiu empolgar o Peñarol e empurrou o Santos para a defesa, não precisou aguentar muito para o Pacaembu explodir em uma festa alvi-negra que não acontecia desde 1963, e em uma lamentável confusão que não é necessária nada mais do que esta menção.
O maior barato desta final é que todos saíram de cabeça em pé: o Santos, óbvio, pelo título e merecida festa; e o Peñarol, responsável, junto com Nacional (semifinalista da Libertadores em 2009) e seleção uruguaia (quarto colocado no Mundial de 2010, vice-campeão mundial sub-17 e campeão da Copa América em 2011), pelo ressurgimento do futebol uruguaio que, em breve, retornará aos seus velhos tempos.
O que é digno de nota são as atuações de Neymar, o craque das Américas. Incrível! 19 anos e tão protagonista numa conquista tão importante, algo que, dadas suas devidas proporções, o maior jogador atualmente (Messi) não conseguiu. O que podemos dizer? Neymar é o Messi da América do Sul ou Messi é o Neymar da Europa?
Creio que em breve ambos jogarão no mesmo nível. O que credencia Messi é o fato de ele enfrentar times mais qualificados. O que, feliz ou infelizmente, acontecerá com Neymar em breve.
Que JOGÃO teremos no Japão. Dois dos mais vitoriosos times nos últimos 2 anos. De um lado, Xavi, Iniesta e Messi; de outro, Paulo Henrique Ganso, Arouca e Neymar. Ou podemos simplesmente resumir em Messi x Neymar para decidir o melhor do mundo em 2011 ou, quiçá, simplesmente o melhor do mundo. Comparável à decisão de 1962, em que houve o duelo Pelé x Eusébio.
Será imperdível e inesquecível.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
E a grande final será inesquecível...
Nesta semana conhecemos os finalista da Libertadores 2011, e não poderia ter sido mais clássica...
Santos x Peñarol, um jogo de MUITA história, com dois times de histórias invejáveis e foi a decisão de 1962, vencida pelo Santos no Monumental de Nuñez.
Impossível dizer o que pode acontecer, o Santos está num bom momento com um Neymar iluminadíssimo. Aliás, campeão ou não, Neymar alcança um novo patamar, por toda diferença que ele fez para o Santos nesta sempre tão dura competição. Infelizmente, a imprensa e a torcida brasileira não enxergam isso, se é Messi fazendo na UEFA Champions League o que Neymar está fazendo na Libertadores...
A Libertadores pode não ter os times mais brilhantes do mundo, muito embora o jogo para os europeus é sempre muito duro no Mundial (e não venha me dizer que eles não ligam, por que é mentira, vi o Barcelona comemorar como um louco em 2009, mais até do que quando ganhou a UCL), mas tem a maior concentração de times "encardidos" do mundo. Não tem jogo fácil em Libertadores, principalmente nas fases mais agudas e conforme se afunila, os jogos vão ficando mais duros.
Vale dizer que este blogueiro acertou apenas 50% das previsões que fez e ficou muito feliz por isso pois torceu como um louco "hincha" do Peñarol para que essa final histórica acontecesse. No final do jogo de ontem não faltavam motivo para choro, a comoção com a torcida do Vélez que chorava copiosamente pela dramática desclassificação com direito a pênalti perdido, a emoção com o ressurgimento do futebol uruguaio, a comoção com a apaixonada torcida aurinegra que via seu time voltar a uma final após 24 anos (idade deste blogueiro).
Me digo incapaz de fazer QUALQUER prognótico deste jogo, o Santos está bem e, tecnicamente, é superior, mas o Peñarol equilibrou TODOS os jogos na raça, na superação, na marcação e na eficiência. Torceria pelo Peñarol, para o ressurgimento do futebol uruguaio e pela possibilidade de um campeão mundial de superação. Seria MUITO positivo pro futebol mundial que o Uruguai voltasse a figurar entre os principais centros de futebol do mundo. Vale lembrar que em 2009 tivemos o Nacional na semi-final, em 2010 a seleção uruguaia voltou a figurar entre os quatro melhores times de um Mundial e agora em 2010 temos o Peñarol numa final. Mas torço para o Santos, pois quero ver no final do ano Barcelona x Santos no Mundial, jogo este que pretendo blogar sobre mais pra frente, se tudo der certo para o alvinegro da Vila.
Já é inesquecível...
segunda-feira, 23 de maio de 2011
E começa o campeonato mais sensacional do país
Começou o campeonato mais sensacional do país, o Brasileirão. Competição disputada desde 1959 e que passou por diversas fórmulas (a exemplo de muitos países europeus, que ninguém se engane), apenas a partir de 2003 passou para os pontos corridos, o sistema de disputa que premia o melhor trabalho e que funciona a longo prazo. O que mais nos traz esperança neste tipo de campeontao é que ele mude a mentalidade do futebol brasileiro, nos fazendo evoluir.
Uma prova dessa evolução é que o discurso de que temos 12 times grandes disputando o campeonato está se esvaziando. Nunca acreditei nisto, o mata-mata é enganoso, ele pode destruir bons trabalhos e legitimar trabalhos ruins, como muito tivemos por aqui. Creio que temos, se muito, 5 times disputando, de fato o título.
Estamos construindo uma nova elite constituída por Grêmio, Internacional, São Paulo, Santos e Cruzeiro. Estes times sempre estiveram disputando o campeonato, o resto ganhou quando houveram ou resultados contaminados ou deram sorte. E assim, possivelmente, será constituído nosso campeonato daqui em diante.
Para este campeonato eu divido os times da seguinte forma: lutam para não cair (times que já seriam heróicos por se manter na primeira divisão), limbo (times que não cairão, não serão campeões e não irão para a Libertadores - 2012, talvez belisquem uma Sul-Americana), Sul-Americana (times que podem ir pra Sul-Americana, e que talvez belisquem uma Libertadores), Libertadores (times que podem ir para a Libertadores) e postulantes ao título.
Ontem ocorreu a primeira rodada, minha idéia era postar isso antes dela acontecer, mas não foi possível, mas aí vai.
Lutam para não cair: Avaí, América (MG), Atlético (GO), Bahia, Figueirense e Atlético (PR). Os 4 primeiros aqui citados são os favoritos para tal situação.
Limbo: Ceará, Botafogo (RJ), Atlético (MG). Ainda acrescento o Figueirense e o Atlético (PR), não creio que ambos caiam. Arrisco a dizer que os dois primeiros e os dois últimos citados são favoritos para tal situação.
Sul-Americana: Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense, Coritiba, corintians, Palmeiras, Santos e Grêmio. Este último eu não colocaria neste grupo, mas diferentes circunstâncias me forçam para tal. O Grêmio está com um time ruim mesmo.
Libertadores e título: Santos, Internacional, Cruzeiro, São Paulo. Este grupo está imprevisível, mas intrínseco um ao outro. Sim, o Santos está em dois grupos diferentes, dependerá do seu futuro na Libertadores deste ano: se campeão, entra na Sul-Americana; se não, entra neste grupo. O Cruzeiro é o menos favorito, pela falta de poder decisivo de seu clube nos últimos tempos, mas é time de chegada. O São Paulo se incluirá, de fato, neste grupo, se resolver crises internas. O Internacional tem um bom time.
Indo na onda que está se propagando, vou me arriscar na posição de cada clube no campeonato. É um mero chute:
1 - São Paulo (se resolver crises internas)
2 - Cruzeiro
3 - Internacional
4 - Palmeiras
5 - Vasco da Gama
6 - Flamengo
7 - Atlético (MG)
8 - corintians
9 - Grêmio
10 - Coritiba
11 - Fluminense
12 - Santos
13 - Atlético (PR)
14 - Botafogo (RJ)
15 - Ceará
16 - Figueirense
17 - Avaí
18 - Atlético (GO)
19 - América (MG)
20 - Bahia
É um chute, errarei em muitas posições, mas no fim do ano faremos um balanço.
Será inesquecível.
Uma prova dessa evolução é que o discurso de que temos 12 times grandes disputando o campeonato está se esvaziando. Nunca acreditei nisto, o mata-mata é enganoso, ele pode destruir bons trabalhos e legitimar trabalhos ruins, como muito tivemos por aqui. Creio que temos, se muito, 5 times disputando, de fato o título.
Estamos construindo uma nova elite constituída por Grêmio, Internacional, São Paulo, Santos e Cruzeiro. Estes times sempre estiveram disputando o campeonato, o resto ganhou quando houveram ou resultados contaminados ou deram sorte. E assim, possivelmente, será constituído nosso campeonato daqui em diante.
Para este campeonato eu divido os times da seguinte forma: lutam para não cair (times que já seriam heróicos por se manter na primeira divisão), limbo (times que não cairão, não serão campeões e não irão para a Libertadores - 2012, talvez belisquem uma Sul-Americana), Sul-Americana (times que podem ir pra Sul-Americana, e que talvez belisquem uma Libertadores), Libertadores (times que podem ir para a Libertadores) e postulantes ao título.
Ontem ocorreu a primeira rodada, minha idéia era postar isso antes dela acontecer, mas não foi possível, mas aí vai.
Lutam para não cair: Avaí, América (MG), Atlético (GO), Bahia, Figueirense e Atlético (PR). Os 4 primeiros aqui citados são os favoritos para tal situação.
Limbo: Ceará, Botafogo (RJ), Atlético (MG). Ainda acrescento o Figueirense e o Atlético (PR), não creio que ambos caiam. Arrisco a dizer que os dois primeiros e os dois últimos citados são favoritos para tal situação.
Sul-Americana: Flamengo, Vasco da Gama, Fluminense, Coritiba, corintians, Palmeiras, Santos e Grêmio. Este último eu não colocaria neste grupo, mas diferentes circunstâncias me forçam para tal. O Grêmio está com um time ruim mesmo.
Libertadores e título: Santos, Internacional, Cruzeiro, São Paulo. Este grupo está imprevisível, mas intrínseco um ao outro. Sim, o Santos está em dois grupos diferentes, dependerá do seu futuro na Libertadores deste ano: se campeão, entra na Sul-Americana; se não, entra neste grupo. O Cruzeiro é o menos favorito, pela falta de poder decisivo de seu clube nos últimos tempos, mas é time de chegada. O São Paulo se incluirá, de fato, neste grupo, se resolver crises internas. O Internacional tem um bom time.
Indo na onda que está se propagando, vou me arriscar na posição de cada clube no campeonato. É um mero chute:
1 - São Paulo (se resolver crises internas)
2 - Cruzeiro
3 - Internacional
4 - Palmeiras
5 - Vasco da Gama
6 - Flamengo
7 - Atlético (MG)
8 - corintians
9 - Grêmio
10 - Coritiba
11 - Fluminense
12 - Santos
13 - Atlético (PR)
14 - Botafogo (RJ)
15 - Ceará
16 - Figueirense
17 - Avaí
18 - Atlético (GO)
19 - América (MG)
20 - Bahia
É um chute, errarei em muitas posições, mas no fim do ano faremos um balanço.
Será inesquecível.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Já temos os quatro melhores times da América do Sul em 2011
E assim a Libertadores vai chegando ao fim: participantes com nível técnico melhor do que nos últimos anos, equilíbrio creio que até o fim, partidas memoráveis, recuperações e decadências. Fazendo um balanço das quartas-de-final, este blogueiro se saiu melhor, com 75% de aproveitamento de acerto, errando justamente por, levianamente, não acreditar na mística da fênix do futebol. Até o momento, temos quatro times na disputa pelo título mais desejado DAS AMÉRICAS (sim, das Américas, a América do Norte e Central gostariam de ter esse prestígio): um argentino, um brasileiro, um paraguaio e um uruguaio, os países com mais tradição no futebol das Américas. Analisando já nas quartas, achava grande a possibilidade de uma final Brasil x Argentina, e é isso o que tendencia se confirmar.
O Peñarol já foi longe demais, o que é extremamente positivo para a ressurreição do futebol celeste, já são três semi-finais consecutivas em três anos: em 2009 e 2011 times uruguaios nas semi-finais de Libertadores, e no Mundial de 2010, uma semi-final que não acontecia havia 40 anos. Repito: algo muito bom está acontecendo no futebol uruguaio.
Vamos aos confrontos, seguindo o já estabelecido padrão:
Será inesquecível.
O Peñarol já foi longe demais, o que é extremamente positivo para a ressurreição do futebol celeste, já são três semi-finais consecutivas em três anos: em 2009 e 2011 times uruguaios nas semi-finais de Libertadores, e no Mundial de 2010, uma semi-final que não acontecia havia 40 anos. Repito: algo muito bom está acontecendo no futebol uruguaio.
Vamos aos confrontos, seguindo o já estabelecido padrão:
- Santos x Cerro Porteño
- Peñarol x Vélez Sarsfield
Será inesquecível.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Libertadores se afunila
Para começar, este blogueiro começa fazendo um balanço dos confrontos das oitavas-de-final da Libetadores por ele projetado:
Dos 8 confrontos, acertei 4 dos classificados. Errei duas zebras e dois confrontos imprevisíveis. É impressionante como os times brasileiros não sabem jogar Libertadores. O jogo só acaba quando termina e a maioria esmagadora não sabe disso. Quando surge um time com talento abaixo da crítica mas que joga como "gente grande" os times brasileiros, mesmo com talento mediano ou até acima tremem. Isso também pode simbolizar a decadência do futebol brasileiro há tanto tempo neste espaço observado.
Vai começar as quartas-de-final e, para manter minha fama de sistêmico, farei do mesmo jeito das oitavas a análise:
A Libertadores se afunila e vai ficando cada vez mais emocionante. Temos ainda na disputa um time brasileiro, um time colombiano, um time mexicano, um time argentino, um time uruguaio, um time chileno e dois paraguaios. Se os dois times paraguaios passarem, se enfrentarão na semi-final. Temos 7 países disputando a taça da competição mais difícil e charmosa do mundo. Que seja inesquecível.
Dos 8 confrontos, acertei 4 dos classificados. Errei duas zebras e dois confrontos imprevisíveis. É impressionante como os times brasileiros não sabem jogar Libertadores. O jogo só acaba quando termina e a maioria esmagadora não sabe disso. Quando surge um time com talento abaixo da crítica mas que joga como "gente grande" os times brasileiros, mesmo com talento mediano ou até acima tremem. Isso também pode simbolizar a decadência do futebol brasileiro há tanto tempo neste espaço observado.
Vai começar as quartas-de-final e, para manter minha fama de sistêmico, farei do mesmo jeito das oitavas a análise:
- Once Caldas x Santos:
- Jaguares x Cerro Porteño:
- Libertad x Vélez Sarsfield:
- Peñarol x Universidad Católica:
A Libertadores se afunila e vai ficando cada vez mais emocionante. Temos ainda na disputa um time brasileiro, um time colombiano, um time mexicano, um time argentino, um time uruguaio, um time chileno e dois paraguaios. Se os dois times paraguaios passarem, se enfrentarão na semi-final. Temos 7 países disputando a taça da competição mais difícil e charmosa do mundo. Que seja inesquecível.
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